Queridos Alunos!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.

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Bom trabalho!

17 de outubro de 2012

sem nome

Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a assustava.a

Alexandre Batista

  Quarta-feira hora melancólica das cinco e meia quando chove. Choveu

Texto 3 - Jean B. Costa



Nos setes primeiros asaltos, Raul foi durante castigado. Ñ era de espantar: estava inteiramente forra de forma messes de adolescência e até de atevasidão tinham produzido seus efeitos. O combativo boxeado de outra, o homem que; para muitos; forra estrela do pugilismo mundial; estava reduzido a um verdadeiro trapo. O publico ñ tinha a menor  complacência com ele: sucediam-se varias e os palavrões mas ele ñ desistiu de continuar a boxear e a vencer até que as palavras, asaltos etc... começar a entender a boxear e ele começou a ter confiança de alguns mas ainda ñ era aquele que ele queria ganhar para os outros ver que ele seria melhor dali pra frente e conseguiu vencer ganhou  a confiança de  todos, ficou mais famoso e mais boxeador.       

O Garanhão da Moto Daniel Hang Gorges






                                                 


  Não é para me gabar, mais eu sempre tive motivos de sobra para mi considerar um idolo das meninas do colégio[...] Sou alto, loiro, forte e super-cobra no vôlei  e no basquete, isso me tornava um cara paqueradissímo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade  eu só mostrava pela motocicleta que ganharam do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).Era uma CB400 transadissíma, em volta dela se formava uma rodinha de meninas a espera de carona, no final das aulas. 
  Eu era o gostosão da turma e queria se achar,  as garotas enloqueciam quando chegavam na minha sala, mandavam cartas, ursos, as meninas amavam ele por ele ser um gostoso.Certo dia ele resolveu dar uma carona ás mossas uma por dia.


Briga de novembro - Edmilson

Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a assustava. 
Maria chega em casa as seis horas, sacode os pés para tirar a água e a lama, toma lentamente um copo de chocolate quente para se esquentar. Vai até o quarto pega um edredom liga a televisão e se senta no sofá para se destrair e esquescer a sua briga com seu namorado.
Logo após, o mesmo liga pedindo desculpas, e a convidando para jantar. Maria desliga o telefone, se vira para o lado e dorme.

Mateus L. Costa



       Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a assustava. A chuva começou a piorar, o frio, chegou junto. Chegando a estação, os passageiros do metrô congelaram, a velocidade diminuiu cada vez que chegava mais perto da mesma. Quando na estação, ele parou de vez, as portas travaram, e os passageiros ficaram aflitos. Olhando pela janela, eles vêem a chuva parar, o sol surgir perto das escadas da estação, e para a alegria deles, as portas se abriram. Enquanto eles se dirigiam em direção de suas casas, sabiam que aquele dia nunca mais seria esquecido, ou pelo menos, por um longo tempo. No dia seguinte, em vez de ir pegar o metrô de manhã, eles foram de a pé e de automóvel, com medo de que algo parecido com o outro dia, aconteça.

Texto 3 . Silvielly


  Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha de meninas à espera de carona, no final das aulas. Mas um dia chegou uma aluna nova ela era diferente  das outras,sempre andava sozinha não tinha nenhum amigo, e também ela não era tão bonita, mas em uma aula de matemática o professor me colocou sentado com ela para fazer um exercício, ela era muito inteligente e o nome dela era Laura.

  Então eu comecei a andar com ela, a Laura me ajudava nas atividades e exercícios de matemática.
  Já estava chegando o baile de formatura e eu não sabia que garota convidar, então eu convidei a Laura confesso que estava ficando apaixonado por ela chegou o dia do baile ela estava linda, muito mais linda que as outras e no baile di o primeiro beijo nela e pedi ela em namoro e ela aceitou, e agora estamos juntos e felizes formamos uma família bonita.
 Essa é minha história!!!