Projeto Amor
Queridos Alunos!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
Este espaço foi criado para você emitir suas opiniões.
Bom trabalho!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
Este espaço foi criado para você emitir suas opiniões.
Bom trabalho!
23 de novembro de 2012
22 de novembro de 2012
26 de outubro de 2012
sem nome
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Mas ele não desistiu, continuou forte
perante há tantos vaios e palavrões.
Após tanta humilhação ele foi para casa e
deitou com a sua cadela,
Phi phi eles ficaram pensando durante muito
tempo.
Quatro horas da manhã Raul acordou e após
ter pensado muitas vezes
Ele decidiu parar de lutar BOXE e virar
camioneiro.
Ao anoitecer Raul foi fazer sua primeira
entrega, no seu novo emprego
Como motorista de caminhão.Ele conheceu uma
bela moça que por
Conhecidencia era acompanhante de
caminhoneiro. Os dois se
Encontraram ao anoitecer para se conhecer
melhor um ao outro,
Depois dessa noite em diante eles se
conheceram cada vez melhor e após 2anos
De namoro eles casaram e foram
caminhoneiros felizes para sempre quase
todo.
19 de outubro de 2012
Sou mais eu - Nicole Santos Rocha
Não é pra me gabar, mas eu sempre tive motivos de sobra para ser um ídolo das meninas do meu colégio [...]. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete e isso me torna um cara paqueradíssimo que poderia namorar ora uma, ora outra.
Fidelidade eu só demonstrava pela minha motocicleta que ganhara do mei (apesar dos protestos da minha mãe), era uma CB 400 transadíssima e envolta dela normalmente se formava uma rodinha de garotasa espéra de carona no final das aulas, de repente olho uma garota nova no pedaço, fui lá me apresentar e ela me ignorou na hora, vi que ela não era como as outras garotas.
Bom, ela era muito linda só que eu fiquei impressionado porque ela era a primeira garota que não se interessa por mim ou pela minha motocicleta, foi daí que percebi que eu estava apaixonado por essa garota só que eu nem sabia o nome dela.
No outro dia tentei me apresentar pra ela,ela disse que era Djeny, aproveitei e disse que ia rolar uma festa na minha casa, ela pensou até que aceitou. Várias garotas ligaram pra mim pedindo pra ir na festa comigo mas eu disse que já teria um par na festa.
A festa foi legal, tirando as várias brigas que tiveram, a Djeny queria ir pra casa e eu disse pra ela ficar mais um pouco até que agarrei ela e fiquei com ela. Eu pensei que ela ia me dar um tapa na cara, mas ela acabou gostando, pedi se ela queria alguma coisa mais séria e ela disse: -Vamos tentar! Disse pra irmos para outro lugar para ficarmos á sós.
Agora estamos namorando, e troquei minha motocicleta por ela.
Fidelidade eu só demonstrava pela minha motocicleta que ganhara do mei (apesar dos protestos da minha mãe), era uma CB 400 transadíssima e envolta dela normalmente se formava uma rodinha de garotasa espéra de carona no final das aulas, de repente olho uma garota nova no pedaço, fui lá me apresentar e ela me ignorou na hora, vi que ela não era como as outras garotas.
Bom, ela era muito linda só que eu fiquei impressionado porque ela era a primeira garota que não se interessa por mim ou pela minha motocicleta, foi daí que percebi que eu estava apaixonado por essa garota só que eu nem sabia o nome dela.
No outro dia tentei me apresentar pra ela,ela disse que era Djeny, aproveitei e disse que ia rolar uma festa na minha casa, ela pensou até que aceitou. Várias garotas ligaram pra mim pedindo pra ir na festa comigo mas eu disse que já teria um par na festa.
A festa foi legal, tirando as várias brigas que tiveram, a Djeny queria ir pra casa e eu disse pra ela ficar mais um pouco até que agarrei ela e fiquei com ela. Eu pensei que ela ia me dar um tapa na cara, mas ela acabou gostando, pedi se ela queria alguma coisa mais séria e ela disse: -Vamos tentar! Disse pra irmos para outro lugar para ficarmos á sós.
Agora estamos namorando, e troquei minha motocicleta por ela.
A Luta Pela Vida-Marcos Eduardo
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.Só, naquele instante Raul já estava com a luta praticamente perdida pois acabou de levar um tremendo nocaut, escutandoo gongo bater, aquilo doeu mais que o propio nocaut em si, para Raul.
Depois de luta, Raul com seu rosto baixo saiu vagando pelas ruas de Nova York,pensamento na luta que perdeu, e veio em sua mente um pensamento positivo ao menos a vontade de dar a volta por cima. Passando meses após a luta, Raul foi preparado, malhou e malhou deu tudo de si para que ele possa estar pronto para voltar aos Rings,até que Raul tomou coragem e desafiou o mesmo cara que o nocauteou na sua ultima luta.
Já em forma, no dia de sua luta, Raul estava confiante, pois preparação era o que não faltava e o gongo suou, o começo da luta ele anunciou no decorrer da luta o oponente de Raul se mostrando superior e Raul ja frustado pensou.
-Não vai acontecer de novo ! Tenho que ganhar !
Isso por um motivo em que você leitor desconhecia...Raul tinha um filho doente precisando do dinheiro da luta para o tratamento da doença seja pago.
Buscando força em seu filho, Raul começou a se superar levando seu oponente ao canto do Ring o Nocauteou, ganhando a volta por cima em sua carreira proficional e também o dinheiro para o tratamento do seu filho.
Bom, posso dizer que a moral da história é que você nunca deve desistir, se você tiver uma meta, siga em frente !
Giovani Nunes
Não é para me gabar, mas eu
sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu
colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me
tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra.
Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos
protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente
se formava uma rodinha de meninas à espera de carona, no final das aulas. E para minha felicidade, umas dela pedia para dar uma volta com ela, mas com eu sou um "ídolo" eu dizia para ela que eu ia sair com outra garota e ela ficava com aquela cara deslavada para minha
terminar
terminar
O Dia Chuvoso - Ana Flavia Dietrich
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia,
quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro.
Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe
parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de
estar em outro país. A decadência em torno a assustava. Estava muito cansada de um dia de trabalho. Fazia 12 horas que estava fora de casa. No meio daquela chuva e o metrô tava atrasado, mas eu tinha a compania de minha amiga. Foram horas e horas conversando que nem vimos que o tempo passou. Foi quando avistei o metrô, e assim fui me despedindo desse dia chuvoso e da grande compania que tive. Fiquei muito alegre porque eu ia para minha casa descansar desse dia desanimado.
Matheus e Diogo
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele, sucediam-se as vaias e os palavrões.
Mais no 8º assalto Raul lembrou do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reaação com varios socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversario,e por um esatante ganhou a confiança da plateia mas seu adversario acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quandos todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocautiou seu adversario com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele, sucediam-se as vaias e os palavrões.Mais no 8º assalto Raul lembrou do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reaação com varios socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversario,e por um esatante ganhou a confiança da plateia mas seu adversario acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quandos todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocautiou seu adversario com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Anderson osti
A cb400
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha de meninas à espera de carona no final das aulas.Mas até que no dia 23 de junho de 2001, numa quarta feira à noite, eu e meus amigos fomos a uma festa com umas amigas, mas na volta aconteceu um trágico acidente, estava chovendo muito e tinha muita neblina era por volta das quatro horas da madrugada, estávamos bêbados poís eu fui o único sobrevivente.
Esse acidente mudou muito a minha vida, não pude mais jogar vôlei e nem basquete.Não podia mais trabalhar, tive que vender minha motocicleta para pagar a faculdade.Minha vida nunca mais foi a mesma.As garotas e meus amigos não davam mais atenção para mim enem falavam comigo enem me olhavam.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha de meninas à espera de carona no final das aulas.Mas até que no dia 23 de junho de 2001, numa quarta feira à noite, eu e meus amigos fomos a uma festa com umas amigas, mas na volta aconteceu um trágico acidente, estava chovendo muito e tinha muita neblina era por volta das quatro horas da madrugada, estávamos bêbados poís eu fui o único sobrevivente.
Esse acidente mudou muito a minha vida, não pude mais jogar vôlei e nem basquete.Não podia mais trabalhar, tive que vender minha motocicleta para pagar a faculdade.Minha vida nunca mais foi a mesma.As garotas e meus amigos não davam mais atenção para mim enem falavam comigo enem me olhavam.
Gabriel Felipe
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de
espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de
devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o
homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um
verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se
as vaias e os palavrões.
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de
espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de
devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o
homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um
verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se
as vaias e os palavrões.
Mas ele não desistiu, continuou forte
perante há tantos vaios e palavrões.
Após tanta humilhação ele foi para casa e
deitou com a sua cadela,
Phi phi eles ficaram pensando durante muito
tempo.
Quatro horas da manhã Raul acordou e após
ter pensado muitas vezes
Ele decidiu parar de lutar BOXE e virar
camioneiro.
Ao anoitecer Raul foi fazer sua primeira
entrega, no seu novo emprego
Como motorista de caminhão.Ele conheceu uma
bela moça que por
Conhecidencia era acompanhante de
caminhoneiro. Os dois se
Encontraram ao anoitecer para se conhecer
melhor um ao outro,
Depois dessa noite em diante eles se
conheceram cada vez melhor e após 2anos
De namoro eles casaram e foram
caminhoneiros felizes para sempre quase
todo.
17 de outubro de 2012
Amizade no metrô- Camila Da Silva Cardoso
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia,
quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro.
Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe
parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de
estar em outro país. A decadência em torno a assustava.E sempre era a mesma coisa de sempre. Até que em um dia, muito chuvoso, conheceu um belo rapaz que por mera coincidência morava no mesmo bairro que ela. eles se conheceram no metrô e todos os dias eles se viam. e dai em diante nasceu uma bela amizade entre os dois.Ate que um dia ela o chamou para ir ao seu trabalho pois ela era uma atriz trabalha em um teatro muito conhecido de são paulo e ele claro aceitou ele se apaixonou completamente pelo seu trabalho como atriz e pela sua personalidade pois ele nunca havia conhecido uma pessoa que pensasse como ele ate conhecer ela .
Então depois de um tempo ele deixou seu trabalho de motorista e começou a fazer testes para ator pois ele tinha se encantado pelo mundo do teatro que ele nunca tinha prestado atenção e ate que um dia ele passou no teste e entrou no mesmo teatro do que ela para trabalhar como ator e ela ficou muito feliz ao saber disso.E depois de um tempo o diretor do teatro deu um papel romântico para os dois fazerem juntos no começo ela achou estranho mas quando eles começaram a fazer a peça era uma peça romântica e tinha uma sena de beijo e quando chegou a parte do beijo eles se beijaram e dai começou uma grande historia de amor entre os dois que perceberam que o sentimento entre os dois não era de amizade era de um grande amor entre os dois.
pontue seu texto
Então depois de um tempo ele deixou seu trabalho de motorista e começou a fazer testes para ator pois ele tinha se encantado pelo mundo do teatro que ele nunca tinha prestado atenção e ate que um dia ele passou no teste e entrou no mesmo teatro do que ela para trabalhar como ator e ela ficou muito feliz ao saber disso.E depois de um tempo o diretor do teatro deu um papel romântico para os dois fazerem juntos no começo ela achou estranho mas quando eles começaram a fazer a peça era uma peça romântica e tinha uma sena de beijo e quando chegou a parte do beijo eles se beijaram e dai começou uma grande historia de amor entre os dois que perceberam que o sentimento entre os dois não era de amizade era de um grande amor entre os dois.
pontue seu texto
Patricia
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas mas minha mãe dava carona so para a Thais minha mãe acha que eu gosto dela mas eu so finjo mesmo que gosto dela.
A Thais é loira alta, olhos verdes e muito popular, ontem minha mãe pediu que ela jantasse la em casa e ela veio de vestido meio decotado azule ai percebi que ela é linda me apaixonei no primeiro instante que ha vi agora nós dois somos namorados minha mãe se entendeu com o meu pai e ai eu percebia que na vida sempre ha um final feliz.
Amor Escondido-Camila Ribeiro Motta
Nao é pra me gabar mais eu sempre tive motivos de sobra pra me achar um idolo pras meninas do meu colegio sou alto,loiro,forte e super cobra no vôlei e no basquete . isso me tornava um cara paqueradissimo ,que podia namorar hora uma hora outra.
fidelidade eu só demonstrava pela minha motocicletaque ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe) .era uma cb 400 transadissima , e en volta dela normalmente c formava uma rodinha de garotas a espera de carona , no final da aula e no comesso todas elas desputavam pra me dar oi um beijo no rosto de bom dia eram muitos (ois) e tudo mais.
A garota do jornal da escola sempre me colocava a par dos fatos , a do clube de torcida sempre me pedia em namoro , mais a unica garota q me atraia e me deixava timido era a Nina, nossa ela éra linda, olhos escuros e um nariz arrebitado, corpo escultural e uma boca perfeita.
Ela não me dava muita bola, sempre que eu chegava pra falar com ela, ela voltava o assunto e falava de como o dia seria cansativo com aulas de português , ingles , matemática e todas as outras materias .
No futibol as garotas sempre estavam lá na primeira filera só pra torcer pra mim e ela lá sempre longe .
Distância machuca e a vontade que eu sinto de estar perto dela , machuca mais ainda , mas nao tenho coragem prefiro viver em segredo do que perder minha fama e minha reputação
fidelidade eu só demonstrava pela minha motocicletaque ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe) .era uma cb 400 transadissima , e en volta dela normalmente c formava uma rodinha de garotas a espera de carona , no final da aula e no comesso todas elas desputavam pra me dar oi um beijo no rosto de bom dia eram muitos (ois) e tudo mais.
A garota do jornal da escola sempre me colocava a par dos fatos , a do clube de torcida sempre me pedia em namoro , mais a unica garota q me atraia e me deixava timido era a Nina, nossa ela éra linda, olhos escuros e um nariz arrebitado, corpo escultural e uma boca perfeita.
Ela não me dava muita bola, sempre que eu chegava pra falar com ela, ela voltava o assunto e falava de como o dia seria cansativo com aulas de português , ingles , matemática e todas as outras materias .
No futibol as garotas sempre estavam lá na primeira filera só pra torcer pra mim e ela lá sempre longe .
Distância machuca e a vontade que eu sinto de estar perto dela , machuca mais ainda , mas nao tenho coragem prefiro viver em segredo do que perder minha fama e minha reputação
Aventuras com minha motocicleta - Evanilde
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Eu e meus amigos fomos todos para uma lanchonete para comer um lanche,tiramos fotos e fofocamos sobre várias coisas.Já era 8 horas da noite quando voltamos para casa,chega minha mãe perguntando onde eu estava.
Respondi que estava na lanchonete com uns amigos.
Depois subi para o meu quarto e fui tomar banho,desci para tomar um copo de água e fui fazer um trabalho de escola no computador, chengado perto da meia noite eu morrendo de sono fui para o meu quarto dormir.
No dia seguinte acordei cedo, se arrumei e peguei a moto e fui para a escola.Depois da aula fui andar de motocicleta minha namorada, passei pelo shopping tomemos sorvete e assistimos um filme.
Recebendo um telefonema de minha mãe, levei minha namorada para casa,passei no mercado, comprei as coisas que minha mãe havia pedido e fui pra casa,tomei banho e fui dormir.
No outro dia, acordei bem cedo e decidi dar um longo passeio pelas ruas da cidade, com minha motocicleta,é claro.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Eu e meus amigos fomos todos para uma lanchonete para comer um lanche,tiramos fotos e fofocamos sobre várias coisas.Já era 8 horas da noite quando voltamos para casa,chega minha mãe perguntando onde eu estava.
Respondi que estava na lanchonete com uns amigos.
Depois subi para o meu quarto e fui tomar banho,desci para tomar um copo de água e fui fazer um trabalho de escola no computador, chengado perto da meia noite eu morrendo de sono fui para o meu quarto dormir.
No dia seguinte acordei cedo, se arrumei e peguei a moto e fui para a escola.Depois da aula fui andar de motocicleta minha namorada, passei pelo shopping tomemos sorvete e assistimos um filme.
Recebendo um telefonema de minha mãe, levei minha namorada para casa,passei no mercado, comprei as coisas que minha mãe havia pedido e fui pra casa,tomei banho e fui dormir.
No outro dia, acordei bem cedo e decidi dar um longo passeio pelas ruas da cidade, com minha motocicleta,é claro.
A Garota Nova - Gabrielle Alves
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Qualquer uma delas morreria pela carona, pois todas sabiam o que acontecia depois, normalmente tudo isso ocorria às 17:00 horas.
Primeiro convidava uma para que eu a levasse para casa, podia ser qualquer uma para mim não fazia diferença. Em seguida íamos para o parque e lá nos beijávamos até dar 17:15 h. Comprava pra ela uma rosa e a deixava em casa despedindo-me com outro beijo sempre deixando-a querendo mais.
Minha rotina era sempre assim nunca mudava. Mas numa segunda-feira, minha vida mudou completamente.
Chegou no bairro uma notícia nova. Todos estavam comentando na escola. O papo ou a fofoca era sobre uma garota que havia se mudado com sua família, e que eles estavam vindo de muito longe.
E por coincidência, ela foi estudar na mesma escola que eu. Por algum motivo ela era diferente e eu senti isso no momento em que ela entrou naquela sala. Era incrivelmente linda e seria minha, pelo menos foi o que eu pensei.
Mas havia um problema, ela não queria ser minha, me ignorava e resistia todas as minhas cantadas. Conversava com todos inclusive os garotos, mas quando era comigo não passava de um oi.
Estava me sentindo diferente, a observava sempre e minha rotina já havia mudado e muito. Todo dia exatamente 12:30 h ela saía de casa e ia atrás oferecer-lhe carona. Como sempre ela recusava. Até que um dia estava chovendo muito, pensei em não ir para a escola mas de repente a vi passando em frente a minha casa. Peguei meu casaco rapidamente e saí. Lembrei-me que era uma garota muito estudiosa por isso não faltava às aulas, e por azar naquele dia o carro do seu pai quebrou, aquela era minha chance e eu não ia desperdiçar.
Então fui atrás e ofereci carona e por milagre eu recebi um sim como resposta. Nossa ida foi rápida, chegamos no colégio 12:45 h. Durante o trajeto ela não disse nenhuma palavra.
No final da aula ela voltou comigo mas algo diferente havia para que eu não a tratasse como as outras. Quando a deixei em casa ela me deu um beijo no rosto e entrou. Então fui embora com certeza surpreso e feliz. Passei a noite em claro pensando nela e em como eu estava me apaixonando sem mesmo tê-la beijado.
Quando era 07:30 h levantei e fui trabalhar. E em seguida fui para o colégio. Ao chegar lá, ela estava sentada no jardim da escola lendo um livro, de repente uma de suas amigas veio em minha direção e me entregou um bilhete e nele tava escrito: "Por favor poderia me levar para casa hoje? As. Mel"
Eu disse que sim, é claro. Durante a tarde inteira só houve trocas de olhares, e nada mais. No final da aula fiquei esperando sentado em cima da minha moto. Ela veio em minha direção devagar, subiu na moto disse oi. Quando estava levando-a para casa me lembrei do dia em que ela chegou e que eu pensava que só seria mais uma da minha lista. Com certeza eu estava errado.
Do nada ela pediu que eu parasse a moto. Eu obedeci. Ela desceu, se inclinou e me beijou. Foi o beijo mais suave, doce, gostoso e longo que recebi. Ela continuou andando sem nem olhar pra mim, larguei a moto no chão e saí correndo atrás dela.
Peguntei o por quê daquele beijo e a resposta que recebi foi que nem toda garota é igual e que eu era só mais um da lista dela.
Depois disso eu nunca mais a vi. Algumas pessoas dizem que ela foi morar com a tia na França, outras que a família ainda mora em São Paulo, só que em outro bairro. Só sei de uma coisa, depois daquela garota, eu nunca mais fui o mesmo.
A Hora Do Metro- Douglas Zibetti
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia,
quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro.
Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe
parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de
estar em outro país. A decadência em torno a assustava. Becos assustadores,escuros,tinha sensação de estar sendo seguida,cada vez andando mais rapido,ela caminhava rapidamente e logo na frente encontrou um grupo de homens parados na esquinas escuras conversando, ao passar um a chamou, mais como estava com medo nem deu bola continuou andando,ele persistente continuou a chamá-la.Logo a frente estava o metro quando chegou na porta se sentiu aliviada entrou respirou fundo e continuou.
Esperandu o trêm,sentada no banco na área de embarque,com fome foi até a lanchonete e comprou um pacotinho de salgadinho e uma garrafinha de suco mineral,depois de alguns minutos uma senhora de idade sentou-se ao seu lado,a menina olhando fixamente para o salgadinho, a mulher olhou para a menina e falou:
-Como é seu nome garotinha?
A menina olho deu uma risada e respondeu:
- Me chamo Pyetra e vc ?
-Eu me chamo Stefanie..e vc quer um pouco mostrando o saquinho de salgadinho,-Perguntou para Pyetra.
Ela sem pensar avançou no pacote, a senhora a cutucou falando:
- Não tem educação,não foi assim q te ensinei.
Stefanie perplexa falou:
- Deixa ela é só uma garotinha e pegou e deu o pacote de salgadinho.
- Obrigada respondeu Pyetra com um enorme sorriso no rosto.
Vendo o trêm chegando se despediu da mulher e da menina.
Ela levantou-se e caminhou uns instante e a menina com uma boneca nos braços,correu atraz de Stefaie puxou seu casaco ela olhou e perguntou:
-O que foi
Ela com um sorriso no rosto falou:
-Estefanie com os olhos cheio de lagrimas disse:
-Brigada!! Vou cuidar com muito carinho e vou sempre lembra de você.
A menina se afastou devagar, e ela entrou no trêm sentou-se na janela,asenando
A mudança - Lais R. Rocha
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Hoje acordei às 6:00 horas e eu estava pronto para ir pra escola, cheguei no colégio as 7:15, com a minha CB400, e as garotas vieram ao meu redor, desci da moto e todas elas queriam sair comigo. No final da aula fui para casa, no outro dia de manhã cheguei na escola e tinha uma garota nova no colégio. Ela era linda demais e todos os rapazes á olharam.Me achei, por que eu era o cara mais popular da escola. Quando fui falar com Emily, ela saiu e nem me deu bola, achei estranho pois todas as garotas gostavam de mim. E assim por diante sempre que eu chegava na escola eu falava com a Emily e ela não me dava bola.
Em um dia de manhã as 7:30 eu cheguei na escola e resolvi perguntar a ela porque não queria sair comigo. E ela falou:
- Você se acha o cara melhor do mundo, mas não é, você é apenas um garoto igual aos outros, só que tentando se achar o melhor.
E ela foi embora.
Depois deste dia eu tentei mudar, fui para a escola de ônibus,comecei a ser amigo de todos,por causa da minha mudança a Emily aceitou namorar comigo, e finalmente virei um cara legal e normal.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Hoje acordei às 6:00 horas e eu estava pronto para ir pra escola, cheguei no colégio as 7:15, com a minha CB400, e as garotas vieram ao meu redor, desci da moto e todas elas queriam sair comigo. No final da aula fui para casa, no outro dia de manhã cheguei na escola e tinha uma garota nova no colégio. Ela era linda demais e todos os rapazes á olharam.Me achei, por que eu era o cara mais popular da escola. Quando fui falar com Emily, ela saiu e nem me deu bola, achei estranho pois todas as garotas gostavam de mim. E assim por diante sempre que eu chegava na escola eu falava com a Emily e ela não me dava bola.
Em um dia de manhã as 7:30 eu cheguei na escola e resolvi perguntar a ela porque não queria sair comigo. E ela falou:
- Você se acha o cara melhor do mundo, mas não é, você é apenas um garoto igual aos outros, só que tentando se achar o melhor.
E ela foi embora.
Depois deste dia eu tentei mudar, fui para a escola de ônibus,comecei a ser amigo de todos,por causa da minha mudança a Emily aceitou namorar comigo, e finalmente virei um cara legal e normal.
A popularidade de um adolescente - Luana
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Os outros meninos do colégio tinham inveja da minha popularidade. Como vivia cercado de garotas, companhia era o que não me faltava.
Chegava em casa, por volta das 17:30 h., jogava os sapatos e a mochila no sofá, e ia direto pro meu computador. Ficava até altas horas acordado. Quando me dava conta, todos já haviam dormido. Então, deitava em minha cama, que ficava em um quarto pequeno, cheio de fotos de mulheres nas paredes, e onde tudo estava bagunçado. Não me importava com isso, pois minha mãe arrumava sem brigar comigo.
Às 9 horas da manhã, tomava café e ia para a rua jogar jogar basquete com meus amigos. Jogávamos conversa fora e também falávamos sobre garotas. E, quando era 13:00 h., ia para o colégio e tudo começava novamente.
Minha rotina sempre foi essa. Mas tudo mudou com a chegada dos meus novos vizinhos. Era uma família pequena, o pai, a mãe, um pirralho com aproximadamente 7 anos e uma garota linda que aparentava ter minha idade. Seu corpo era perfeito, cheio de curvas, um olhar delirante e uma boca carnuda. Quando bati os olhos nela, me senti como se tivesse ganhado na loteria. Essa menina eu ia pegar. No dia seguinte, levantei no mesmo horário e fui ao encontro dos meus amigos.
Logo que saí de casa, esbarrei com a minha nova vizinha. Ela disse "Oi!" e abriu um sorriso maravilhoso. Seu nome era Yasmin.
Todos os dias encontrava com ela, comprimentava e às vezes batíamos um papo, apenas isso.
Com o passar do tempo, vi que a Yasmin era uma garota que valia a pena. Estava mesmo me apaixonando por ela, coisa que não tinha me acontecido antes. Nunca levei um relacionamento à sério, mas estava disposto à mudar isso.
Tive coragem e fui até a casa dela chamá-la par dar uma volta. Conversamos sobre várias coisas, nossos gostos, medos, sonhos e planos. Decidi falar que me apaixonei por ela. Yasmin só me olhou e disse que precisava ir para casa. Não havia entendido o motivo, será que falei algo de errado?
Nos dias que se passaram, não encontrei mais com ela. Minha vida já não era a mesma. Não fiquei com ninguém, não me interessei por ninguém, apenas por ela, a garota que mudou minha vida, minha cabeça e meu corasção.
Tomei iniciativa e fui falar com a Yasmin. Ela disse que não queria saber de papo, mas de tanto eu insistir, mudou de ideia. Queria apenas saber o motivo dessa distância. Nesse instante uma lágrima caiu de seus olhos.
A Yasmin me explicou que antes de se mudar havia se apaixonado por um rapaz que era o tal, o pegador do colégio, e que depois de ficarem, queria algo mais sério, mas ele a ignorou e a magoou profundamente. E por isso, não queria um caso com outro pegador novamente.
Nesse instante eu percebi o quanto magoava as garotas com quem eu ficava, pois depois de uns beijos e tal, largava uma e ficava com outra, pois não queria nada a mais.
Resolvemos ser só amigos, mesmo contra minha vontade. Depois daquele dia minha vida mudou. Claro que fiquei com umas e outras, mas sempre levando a sério. Eu aprendi que brincar com os sentimentos, principalmente dos outros, não é bom.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas. Os outros meninos do colégio tinham inveja da minha popularidade. Como vivia cercado de garotas, companhia era o que não me faltava.
Chegava em casa, por volta das 17:30 h., jogava os sapatos e a mochila no sofá, e ia direto pro meu computador. Ficava até altas horas acordado. Quando me dava conta, todos já haviam dormido. Então, deitava em minha cama, que ficava em um quarto pequeno, cheio de fotos de mulheres nas paredes, e onde tudo estava bagunçado. Não me importava com isso, pois minha mãe arrumava sem brigar comigo.
Às 9 horas da manhã, tomava café e ia para a rua jogar jogar basquete com meus amigos. Jogávamos conversa fora e também falávamos sobre garotas. E, quando era 13:00 h., ia para o colégio e tudo começava novamente.
Minha rotina sempre foi essa. Mas tudo mudou com a chegada dos meus novos vizinhos. Era uma família pequena, o pai, a mãe, um pirralho com aproximadamente 7 anos e uma garota linda que aparentava ter minha idade. Seu corpo era perfeito, cheio de curvas, um olhar delirante e uma boca carnuda. Quando bati os olhos nela, me senti como se tivesse ganhado na loteria. Essa menina eu ia pegar. No dia seguinte, levantei no mesmo horário e fui ao encontro dos meus amigos.
Logo que saí de casa, esbarrei com a minha nova vizinha. Ela disse "Oi!" e abriu um sorriso maravilhoso. Seu nome era Yasmin.
Todos os dias encontrava com ela, comprimentava e às vezes batíamos um papo, apenas isso.
Com o passar do tempo, vi que a Yasmin era uma garota que valia a pena. Estava mesmo me apaixonando por ela, coisa que não tinha me acontecido antes. Nunca levei um relacionamento à sério, mas estava disposto à mudar isso.
Tive coragem e fui até a casa dela chamá-la par dar uma volta. Conversamos sobre várias coisas, nossos gostos, medos, sonhos e planos. Decidi falar que me apaixonei por ela. Yasmin só me olhou e disse que precisava ir para casa. Não havia entendido o motivo, será que falei algo de errado?
Nos dias que se passaram, não encontrei mais com ela. Minha vida já não era a mesma. Não fiquei com ninguém, não me interessei por ninguém, apenas por ela, a garota que mudou minha vida, minha cabeça e meu corasção.
Tomei iniciativa e fui falar com a Yasmin. Ela disse que não queria saber de papo, mas de tanto eu insistir, mudou de ideia. Queria apenas saber o motivo dessa distância. Nesse instante uma lágrima caiu de seus olhos.
A Yasmin me explicou que antes de se mudar havia se apaixonado por um rapaz que era o tal, o pegador do colégio, e que depois de ficarem, queria algo mais sério, mas ele a ignorou e a magoou profundamente. E por isso, não queria um caso com outro pegador novamente.
Nesse instante eu percebi o quanto magoava as garotas com quem eu ficava, pois depois de uns beijos e tal, largava uma e ficava com outra, pois não queria nada a mais.
Resolvemos ser só amigos, mesmo contra minha vontade. Depois daquele dia minha vida mudou. Claro que fiquei com umas e outras, mas sempre levando a sério. Eu aprendi que brincar com os sentimentos, principalmente dos outros, não é bom.
Raul o lutador-Vitor moreira dos santos
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor conplacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Mais no 8º assalto Raul lembrou-se do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reação com vários socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversário,e por um estante ganhou a confiança da plateia mas seu adversário acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quando todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocauteou seu adversário com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor conplacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.Mais no 8º assalto Raul lembrou-se do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reação com vários socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversário,e por um estante ganhou a confiança da plateia mas seu adversário acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quando todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocauteou seu adversário com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Beleza não é tudo -Eugenia
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Era um dia comum, segunda-feira, cheguei no colégio e fui jogar vôlei, de repente percebi que tinha uma garota me olhando, só que eu nunca tinha a visto antes(era nova).Logo após a aula tentei me aproximar dela, mas nem me deu bola, então peguei minha motocicleta para tentar impressioná-la,empinando e fazendo corrida, infelizmente não deu certo.
No dia seguinte, após a aula, fiz a mesma coisa (só que sem equipamento de segurança) quando estava empinando, um cachorro atravessou minha frente e acabei caindo, me machuquei muito, principalmente o rosto, e minha motocicleta ficou em pedaços. Quando soube que iria ficar com uma cicatriz enorme no rosto, quis parar de estudar, pois era muito vaidoso, mas minha mãe não deixou é claro.
Alguns dias depois, fui falar com alguns "amigos", no colégio, mas eles saíram de perto (por causa de minha aparência), então tentei fazer novos, mas também não consegui, pois sempre os tratei mal. Quando pensei que ficaria sozinho, aquela garota se aproximou e disse:
-Desde quando cheguei aqui, percebi qual era o seu jeito.
Naquele momento percebi o que fazia, então falei:
- Porque você veio falar comigo?
-Achei que estivesse precisando de companhia. Ela respondeu:
-Obrigado, mesmo- agradeci-.
A partir dali, comecei a ser uma pessoa melhor e agora sou muito feliz e tenho muitos amigos.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Era um dia comum, segunda-feira, cheguei no colégio e fui jogar vôlei, de repente percebi que tinha uma garota me olhando, só que eu nunca tinha a visto antes(era nova).Logo após a aula tentei me aproximar dela, mas nem me deu bola, então peguei minha motocicleta para tentar impressioná-la,empinando e fazendo corrida, infelizmente não deu certo.
No dia seguinte, após a aula, fiz a mesma coisa (só que sem equipamento de segurança) quando estava empinando, um cachorro atravessou minha frente e acabei caindo, me machuquei muito, principalmente o rosto, e minha motocicleta ficou em pedaços. Quando soube que iria ficar com uma cicatriz enorme no rosto, quis parar de estudar, pois era muito vaidoso, mas minha mãe não deixou é claro.
Alguns dias depois, fui falar com alguns "amigos", no colégio, mas eles saíram de perto (por causa de minha aparência), então tentei fazer novos, mas também não consegui, pois sempre os tratei mal. Quando pensei que ficaria sozinho, aquela garota se aproximou e disse:
-Desde quando cheguei aqui, percebi qual era o seu jeito.
Naquele momento percebi o que fazia, então falei:
- Porque você veio falar comigo?
-Achei que estivesse precisando de companhia. Ela respondeu:
-Obrigado, mesmo- agradeci-.
A partir dali, comecei a ser uma pessoa melhor e agora sou muito feliz e tenho muitos amigos.
O campeão do Bellator- Willian Matheus Ramos
Nos setes primeiros asaltos, Raul foi durante castigado. Ñ era
de espantar: estava inteiramente forra de forma messes de adolescência e até de
atevasidão tinham produzido seus efeitos. O combativo boxeado de outra, o homem
que; para muitos; forra estrela do pugilismo mundial; estava reduzido a um
verdadeiro trapo. O publico ñ tinha a menor
complacência com ele: Raul começou a boxear feito um Anderson Silva e depois de 6 minutos ele acertou um gancho de direita em seu oponente Vitor, que ele ficou meio tonto e caiu logo apos Vitor se levantou e levou mais uma de esquerda e não se levantou mais,Vitor foi muito castigado por isso o juiz da luta resolveu terminar,e logo apos Raul levantou o cinturão dos pesos médios do Bellator.2 anos depois ele teve um contrato milhonario com o UFC e se aposentou-se com 42 anos .Em seu quartel 32 vitórias,2 empates e nenhuma derrota.
Gabriele Z Teixeira
Não é para me gabar, mas eu
sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu
colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me
tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra.
Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos
protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente
se formava uma rodinha de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Se eu quisesse namorar com ma delas eu poderia mas queria continuar
com minha fama de pegador, porque se eu ficasse com uma delas as outras também iam querer .Minha mãe sempre fala que eu so posso andar de com a motocicleta quando fosse mais velho
mais eu sempre dava uma voltinha de
noite as 7:00h sem minha mãe sabe claro, eu falava pra ela –“Mãe desencana
deixa eu azarar com as gatinhas”.
Sempre de manha tem uma menina pegando no meu pé e claro eu adoro isso , depois
da aula elas ficam dando em cima de mim e o namorado delas ficam morrendo de
raiva a única menina que eu queria que desse em cima de mim que é a Nathália mais ela nem olha pra e também a Nathália ta
namorando com o Gustavo, mais deixa pra
la. E minha mãe ainda pega no meu pé cm
minha fama de pegador e com a minha
motocicleta mais nem do bola.
um dia de chuva . diego filipe becke
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando
chove. Choveu úmido e frio na tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava
na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um
progresso no meio dos tempos decadentes.
Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em
torno a assustava.
estar em outro pais da uma sensaçao estranha, que pareçe que voce nesta no seu pais e muito diferente porque conheçer pessoas novas outras linguas e muito estranho essa coisa de pais com pais com pais, dia mesmo hora estava chovendo muito e estava muito umido mas pelo menos o metro, estava vazio sem nimguem , os meus sapatos molhados eo metro esatyva molhada porque entrei com os sapatos molhado...
johanna
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.mas, entrei em acordo com as garotas cada dia uma ia comigo de carona e levaria ate em casa, mas não era nada serio.Mas teve um dia que eu logo me apaixonei, logo pensei que rea ilusão da minha cabeça mas não era,não queria perder minha fama de idolo e sempre chagava perto dala, ela me iguinorava semper que me viste ou iria fala com ela.Comecei a parar dar carona as menina ,não coseguiam ficar um dia sem ver ela, um certo dia não consegui e me declarei a ela,mas levei um belo fora na frente da tuma , um amigo meu falou com ela,descobri o nome dela era wallexka, sabia que era para mim, e foi logo alem e falou ao Gusttavo que não irai ter chances com ela foi bem chocante e ele pensou que nunca iria conceguir ganhar o amor dela e pensou, prefirio ficar o ídolo da meninas. Mas depois que viu que não conceguiu o amor forçado e aprendeu, sempre que via ela desviava o olhar. E ficou, assim, o ídolo das meninas.
Paixão do Metrô - Emanuela Silva
Quarta-feira, hora
melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde
antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos
molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos
decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a
assustava.
E mais do que assustada ela ficava muito triste pois sempre era a mesma rotina toda quarta-feira.Até que ela conheceu um homem chamado John ele era moreno alto e bonito e se mostrou interessado nela,e depois disso ela ficou mais feliz e animada para pegar o metro e ir ao trabalho pois sabia que iria o encontra-lo novamente os dois sentavam sempre de frente um para o outro mais havia um único problema os dois eram muito tímidos e trocavam poucas palavras no percurso do metrô.
Mais depois de um tempo a timidez deles passou e foram se conhecendo melhor até que ele tomou iniciativa e chamou ela pra sair para um jantar romântico ela claro que aceitou, e o dia todo ficou pensando no jantar que estava marcado para a noite e nem conseguiu se concentrar no seu trabalho e o tempo parecia não passar.
Era seis e meia da noite e ela se preparava para o seu grande jantar colocou um vestido vermelho e foi ao salão fez as unhas e arrumou seu cabelo e ela estava maravilhosamente linda, até que ela ouviu o barulho de uma bisina e olhou pela janela era o John ela pegou o elevador estava tão anciosa e suas mãos suadas até que ela viu ele,ele saiu do carro e a cumpri mentou com um beijo no rosto e abriu a porta do carro para ela então chegaram no restaurante jantaram e conversaram bastante e dai em diante começaram a sair quase todo o final de semana até que ele pediu ela em namoro ela nem pensou e logo aceitou.Depois de um tempo eles se casaram e tiveram um casal de filhos e até hoje essa linda e romântica historia passa de geração em geração.
E mais do que assustada ela ficava muito triste pois sempre era a mesma rotina toda quarta-feira.Até que ela conheceu um homem chamado John ele era moreno alto e bonito e se mostrou interessado nela,e depois disso ela ficou mais feliz e animada para pegar o metro e ir ao trabalho pois sabia que iria o encontra-lo novamente os dois sentavam sempre de frente um para o outro mais havia um único problema os dois eram muito tímidos e trocavam poucas palavras no percurso do metrô.
Mais depois de um tempo a timidez deles passou e foram se conhecendo melhor até que ele tomou iniciativa e chamou ela pra sair para um jantar romântico ela claro que aceitou, e o dia todo ficou pensando no jantar que estava marcado para a noite e nem conseguiu se concentrar no seu trabalho e o tempo parecia não passar.
Era seis e meia da noite e ela se preparava para o seu grande jantar colocou um vestido vermelho e foi ao salão fez as unhas e arrumou seu cabelo e ela estava maravilhosamente linda, até que ela ouviu o barulho de uma bisina e olhou pela janela era o John ela pegou o elevador estava tão anciosa e suas mãos suadas até que ela viu ele,ele saiu do carro e a cumpri mentou com um beijo no rosto e abriu a porta do carro para ela então chegaram no restaurante jantaram e conversaram bastante e dai em diante começaram a sair quase todo o final de semana até que ele pediu ela em namoro ela nem pensou e logo aceitou.Depois de um tempo eles se casaram e tiveram um casal de filhos e até hoje essa linda e romântica historia passa de geração em geração.
O Metrô - Marques W. Daniel K.
Quarta-feira, hora melacóbia das cinco e meia, quando chove úmido e frio na tarde antes sufocamte de novembro. Pelo menos o metrô lhe parecia um progesso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país . A decadência em tempo a assustava.
Pois ai tinha bastante roubo, mais ela tinha que pegar o metrô para ir trabalhar pois seu chefe já tinha pedido dois dias de trabalho seu chefe briga com ela que chegou atrazada dai ela disse que aconteceu, que ela foi ao metrô foi devagar que ali tinha vários roubos mais seu chefe não acreditou e mandou ela embora ela voltando do trabalho, ela voltou ao metrô ela foi confudida com uma ladra e foi presa.
Meses depois ela foi solta, e sua casa tinha sido alugada a outra pessoa, ela voltou para casa de sua mãe e la ela começou a trabalhar de costureira pra começar e dali em diante foi subindo na vida de costureira, passou a ser gerente da firma em que trabalhava e encontru um amor em sua vida e teve uma familia bem faliz e Sorridente.
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