Projeto Amor
Queridos Alunos!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
Este espaço foi criado para você emitir suas opiniões.
Bom trabalho!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
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23 de novembro de 2012
17 de outubro de 2012
Amizade no metrô- Camila Da Silva Cardoso
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia,
quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro.
Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe
parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de
estar em outro país. A decadência em torno a assustava.E sempre era a mesma coisa de sempre. Até que em um dia, muito chuvoso, conheceu um belo rapaz que por mera coincidência morava no mesmo bairro que ela. eles se conheceram no metrô e todos os dias eles se viam. e dai em diante nasceu uma bela amizade entre os dois.Ate que um dia ela o chamou para ir ao seu trabalho pois ela era uma atriz trabalha em um teatro muito conhecido de são paulo e ele claro aceitou ele se apaixonou completamente pelo seu trabalho como atriz e pela sua personalidade pois ele nunca havia conhecido uma pessoa que pensasse como ele ate conhecer ela .
Então depois de um tempo ele deixou seu trabalho de motorista e começou a fazer testes para ator pois ele tinha se encantado pelo mundo do teatro que ele nunca tinha prestado atenção e ate que um dia ele passou no teste e entrou no mesmo teatro do que ela para trabalhar como ator e ela ficou muito feliz ao saber disso.E depois de um tempo o diretor do teatro deu um papel romântico para os dois fazerem juntos no começo ela achou estranho mas quando eles começaram a fazer a peça era uma peça romântica e tinha uma sena de beijo e quando chegou a parte do beijo eles se beijaram e dai começou uma grande historia de amor entre os dois que perceberam que o sentimento entre os dois não era de amizade era de um grande amor entre os dois.
pontue seu texto
Então depois de um tempo ele deixou seu trabalho de motorista e começou a fazer testes para ator pois ele tinha se encantado pelo mundo do teatro que ele nunca tinha prestado atenção e ate que um dia ele passou no teste e entrou no mesmo teatro do que ela para trabalhar como ator e ela ficou muito feliz ao saber disso.E depois de um tempo o diretor do teatro deu um papel romântico para os dois fazerem juntos no começo ela achou estranho mas quando eles começaram a fazer a peça era uma peça romântica e tinha uma sena de beijo e quando chegou a parte do beijo eles se beijaram e dai começou uma grande historia de amor entre os dois que perceberam que o sentimento entre os dois não era de amizade era de um grande amor entre os dois.
pontue seu texto
Aventuras com minha motocicleta - Evanilde
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Eu e meus amigos fomos todos para uma lanchonete para comer um lanche,tiramos fotos e fofocamos sobre várias coisas.Já era 8 horas da noite quando voltamos para casa,chega minha mãe perguntando onde eu estava.
Respondi que estava na lanchonete com uns amigos.
Depois subi para o meu quarto e fui tomar banho,desci para tomar um copo de água e fui fazer um trabalho de escola no computador, chengado perto da meia noite eu morrendo de sono fui para o meu quarto dormir.
No dia seguinte acordei cedo, se arrumei e peguei a moto e fui para a escola.Depois da aula fui andar de motocicleta minha namorada, passei pelo shopping tomemos sorvete e assistimos um filme.
Recebendo um telefonema de minha mãe, levei minha namorada para casa,passei no mercado, comprei as coisas que minha mãe havia pedido e fui pra casa,tomei banho e fui dormir.
No outro dia, acordei bem cedo e decidi dar um longo passeio pelas ruas da cidade, com minha motocicleta,é claro.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Eu e meus amigos fomos todos para uma lanchonete para comer um lanche,tiramos fotos e fofocamos sobre várias coisas.Já era 8 horas da noite quando voltamos para casa,chega minha mãe perguntando onde eu estava.
Respondi que estava na lanchonete com uns amigos.
Depois subi para o meu quarto e fui tomar banho,desci para tomar um copo de água e fui fazer um trabalho de escola no computador, chengado perto da meia noite eu morrendo de sono fui para o meu quarto dormir.
No dia seguinte acordei cedo, se arrumei e peguei a moto e fui para a escola.Depois da aula fui andar de motocicleta minha namorada, passei pelo shopping tomemos sorvete e assistimos um filme.
Recebendo um telefonema de minha mãe, levei minha namorada para casa,passei no mercado, comprei as coisas que minha mãe havia pedido e fui pra casa,tomei banho e fui dormir.
No outro dia, acordei bem cedo e decidi dar um longo passeio pelas ruas da cidade, com minha motocicleta,é claro.
A Garota Nova - Gabrielle Alves
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Qualquer uma delas morreria pela carona, pois todas sabiam o que acontecia depois, normalmente tudo isso ocorria às 17:00 horas.
Primeiro convidava uma para que eu a levasse para casa, podia ser qualquer uma para mim não fazia diferença. Em seguida íamos para o parque e lá nos beijávamos até dar 17:15 h. Comprava pra ela uma rosa e a deixava em casa despedindo-me com outro beijo sempre deixando-a querendo mais.
Minha rotina era sempre assim nunca mudava. Mas numa segunda-feira, minha vida mudou completamente.
Chegou no bairro uma notícia nova. Todos estavam comentando na escola. O papo ou a fofoca era sobre uma garota que havia se mudado com sua família, e que eles estavam vindo de muito longe.
E por coincidência, ela foi estudar na mesma escola que eu. Por algum motivo ela era diferente e eu senti isso no momento em que ela entrou naquela sala. Era incrivelmente linda e seria minha, pelo menos foi o que eu pensei.
Mas havia um problema, ela não queria ser minha, me ignorava e resistia todas as minhas cantadas. Conversava com todos inclusive os garotos, mas quando era comigo não passava de um oi.
Estava me sentindo diferente, a observava sempre e minha rotina já havia mudado e muito. Todo dia exatamente 12:30 h ela saía de casa e ia atrás oferecer-lhe carona. Como sempre ela recusava. Até que um dia estava chovendo muito, pensei em não ir para a escola mas de repente a vi passando em frente a minha casa. Peguei meu casaco rapidamente e saí. Lembrei-me que era uma garota muito estudiosa por isso não faltava às aulas, e por azar naquele dia o carro do seu pai quebrou, aquela era minha chance e eu não ia desperdiçar.
Então fui atrás e ofereci carona e por milagre eu recebi um sim como resposta. Nossa ida foi rápida, chegamos no colégio 12:45 h. Durante o trajeto ela não disse nenhuma palavra.
No final da aula ela voltou comigo mas algo diferente havia para que eu não a tratasse como as outras. Quando a deixei em casa ela me deu um beijo no rosto e entrou. Então fui embora com certeza surpreso e feliz. Passei a noite em claro pensando nela e em como eu estava me apaixonando sem mesmo tê-la beijado.
Quando era 07:30 h levantei e fui trabalhar. E em seguida fui para o colégio. Ao chegar lá, ela estava sentada no jardim da escola lendo um livro, de repente uma de suas amigas veio em minha direção e me entregou um bilhete e nele tava escrito: "Por favor poderia me levar para casa hoje? As. Mel"
Eu disse que sim, é claro. Durante a tarde inteira só houve trocas de olhares, e nada mais. No final da aula fiquei esperando sentado em cima da minha moto. Ela veio em minha direção devagar, subiu na moto disse oi. Quando estava levando-a para casa me lembrei do dia em que ela chegou e que eu pensava que só seria mais uma da minha lista. Com certeza eu estava errado.
Do nada ela pediu que eu parasse a moto. Eu obedeci. Ela desceu, se inclinou e me beijou. Foi o beijo mais suave, doce, gostoso e longo que recebi. Ela continuou andando sem nem olhar pra mim, larguei a moto no chão e saí correndo atrás dela.
Peguntei o por quê daquele beijo e a resposta que recebi foi que nem toda garota é igual e que eu era só mais um da lista dela.
Depois disso eu nunca mais a vi. Algumas pessoas dizem que ela foi morar com a tia na França, outras que a família ainda mora em São Paulo, só que em outro bairro. Só sei de uma coisa, depois daquela garota, eu nunca mais fui o mesmo.
A mudança - Lais R. Rocha
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Hoje acordei às 6:00 horas e eu estava pronto para ir pra escola, cheguei no colégio as 7:15, com a minha CB400, e as garotas vieram ao meu redor, desci da moto e todas elas queriam sair comigo. No final da aula fui para casa, no outro dia de manhã cheguei na escola e tinha uma garota nova no colégio. Ela era linda demais e todos os rapazes á olharam.Me achei, por que eu era o cara mais popular da escola. Quando fui falar com Emily, ela saiu e nem me deu bola, achei estranho pois todas as garotas gostavam de mim. E assim por diante sempre que eu chegava na escola eu falava com a Emily e ela não me dava bola.
Em um dia de manhã as 7:30 eu cheguei na escola e resolvi perguntar a ela porque não queria sair comigo. E ela falou:
- Você se acha o cara melhor do mundo, mas não é, você é apenas um garoto igual aos outros, só que tentando se achar o melhor.
E ela foi embora.
Depois deste dia eu tentei mudar, fui para a escola de ônibus,comecei a ser amigo de todos,por causa da minha mudança a Emily aceitou namorar comigo, e finalmente virei um cara legal e normal.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Hoje acordei às 6:00 horas e eu estava pronto para ir pra escola, cheguei no colégio as 7:15, com a minha CB400, e as garotas vieram ao meu redor, desci da moto e todas elas queriam sair comigo. No final da aula fui para casa, no outro dia de manhã cheguei na escola e tinha uma garota nova no colégio. Ela era linda demais e todos os rapazes á olharam.Me achei, por que eu era o cara mais popular da escola. Quando fui falar com Emily, ela saiu e nem me deu bola, achei estranho pois todas as garotas gostavam de mim. E assim por diante sempre que eu chegava na escola eu falava com a Emily e ela não me dava bola.
Em um dia de manhã as 7:30 eu cheguei na escola e resolvi perguntar a ela porque não queria sair comigo. E ela falou:
- Você se acha o cara melhor do mundo, mas não é, você é apenas um garoto igual aos outros, só que tentando se achar o melhor.
E ela foi embora.
Depois deste dia eu tentei mudar, fui para a escola de ônibus,comecei a ser amigo de todos,por causa da minha mudança a Emily aceitou namorar comigo, e finalmente virei um cara legal e normal.
A popularidade de um adolescente - Luana
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Os outros meninos do colégio tinham inveja da minha popularidade. Como vivia cercado de garotas, companhia era o que não me faltava.
Chegava em casa, por volta das 17:30 h., jogava os sapatos e a mochila no sofá, e ia direto pro meu computador. Ficava até altas horas acordado. Quando me dava conta, todos já haviam dormido. Então, deitava em minha cama, que ficava em um quarto pequeno, cheio de fotos de mulheres nas paredes, e onde tudo estava bagunçado. Não me importava com isso, pois minha mãe arrumava sem brigar comigo.
Às 9 horas da manhã, tomava café e ia para a rua jogar jogar basquete com meus amigos. Jogávamos conversa fora e também falávamos sobre garotas. E, quando era 13:00 h., ia para o colégio e tudo começava novamente.
Minha rotina sempre foi essa. Mas tudo mudou com a chegada dos meus novos vizinhos. Era uma família pequena, o pai, a mãe, um pirralho com aproximadamente 7 anos e uma garota linda que aparentava ter minha idade. Seu corpo era perfeito, cheio de curvas, um olhar delirante e uma boca carnuda. Quando bati os olhos nela, me senti como se tivesse ganhado na loteria. Essa menina eu ia pegar. No dia seguinte, levantei no mesmo horário e fui ao encontro dos meus amigos.
Logo que saí de casa, esbarrei com a minha nova vizinha. Ela disse "Oi!" e abriu um sorriso maravilhoso. Seu nome era Yasmin.
Todos os dias encontrava com ela, comprimentava e às vezes batíamos um papo, apenas isso.
Com o passar do tempo, vi que a Yasmin era uma garota que valia a pena. Estava mesmo me apaixonando por ela, coisa que não tinha me acontecido antes. Nunca levei um relacionamento à sério, mas estava disposto à mudar isso.
Tive coragem e fui até a casa dela chamá-la par dar uma volta. Conversamos sobre várias coisas, nossos gostos, medos, sonhos e planos. Decidi falar que me apaixonei por ela. Yasmin só me olhou e disse que precisava ir para casa. Não havia entendido o motivo, será que falei algo de errado?
Nos dias que se passaram, não encontrei mais com ela. Minha vida já não era a mesma. Não fiquei com ninguém, não me interessei por ninguém, apenas por ela, a garota que mudou minha vida, minha cabeça e meu corasção.
Tomei iniciativa e fui falar com a Yasmin. Ela disse que não queria saber de papo, mas de tanto eu insistir, mudou de ideia. Queria apenas saber o motivo dessa distância. Nesse instante uma lágrima caiu de seus olhos.
A Yasmin me explicou que antes de se mudar havia se apaixonado por um rapaz que era o tal, o pegador do colégio, e que depois de ficarem, queria algo mais sério, mas ele a ignorou e a magoou profundamente. E por isso, não queria um caso com outro pegador novamente.
Nesse instante eu percebi o quanto magoava as garotas com quem eu ficava, pois depois de uns beijos e tal, largava uma e ficava com outra, pois não queria nada a mais.
Resolvemos ser só amigos, mesmo contra minha vontade. Depois daquele dia minha vida mudou. Claro que fiquei com umas e outras, mas sempre levando a sério. Eu aprendi que brincar com os sentimentos, principalmente dos outros, não é bom.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas. Os outros meninos do colégio tinham inveja da minha popularidade. Como vivia cercado de garotas, companhia era o que não me faltava.
Chegava em casa, por volta das 17:30 h., jogava os sapatos e a mochila no sofá, e ia direto pro meu computador. Ficava até altas horas acordado. Quando me dava conta, todos já haviam dormido. Então, deitava em minha cama, que ficava em um quarto pequeno, cheio de fotos de mulheres nas paredes, e onde tudo estava bagunçado. Não me importava com isso, pois minha mãe arrumava sem brigar comigo.
Às 9 horas da manhã, tomava café e ia para a rua jogar jogar basquete com meus amigos. Jogávamos conversa fora e também falávamos sobre garotas. E, quando era 13:00 h., ia para o colégio e tudo começava novamente.
Minha rotina sempre foi essa. Mas tudo mudou com a chegada dos meus novos vizinhos. Era uma família pequena, o pai, a mãe, um pirralho com aproximadamente 7 anos e uma garota linda que aparentava ter minha idade. Seu corpo era perfeito, cheio de curvas, um olhar delirante e uma boca carnuda. Quando bati os olhos nela, me senti como se tivesse ganhado na loteria. Essa menina eu ia pegar. No dia seguinte, levantei no mesmo horário e fui ao encontro dos meus amigos.
Logo que saí de casa, esbarrei com a minha nova vizinha. Ela disse "Oi!" e abriu um sorriso maravilhoso. Seu nome era Yasmin.
Todos os dias encontrava com ela, comprimentava e às vezes batíamos um papo, apenas isso.
Com o passar do tempo, vi que a Yasmin era uma garota que valia a pena. Estava mesmo me apaixonando por ela, coisa que não tinha me acontecido antes. Nunca levei um relacionamento à sério, mas estava disposto à mudar isso.
Tive coragem e fui até a casa dela chamá-la par dar uma volta. Conversamos sobre várias coisas, nossos gostos, medos, sonhos e planos. Decidi falar que me apaixonei por ela. Yasmin só me olhou e disse que precisava ir para casa. Não havia entendido o motivo, será que falei algo de errado?
Nos dias que se passaram, não encontrei mais com ela. Minha vida já não era a mesma. Não fiquei com ninguém, não me interessei por ninguém, apenas por ela, a garota que mudou minha vida, minha cabeça e meu corasção.
Tomei iniciativa e fui falar com a Yasmin. Ela disse que não queria saber de papo, mas de tanto eu insistir, mudou de ideia. Queria apenas saber o motivo dessa distância. Nesse instante uma lágrima caiu de seus olhos.
A Yasmin me explicou que antes de se mudar havia se apaixonado por um rapaz que era o tal, o pegador do colégio, e que depois de ficarem, queria algo mais sério, mas ele a ignorou e a magoou profundamente. E por isso, não queria um caso com outro pegador novamente.
Nesse instante eu percebi o quanto magoava as garotas com quem eu ficava, pois depois de uns beijos e tal, largava uma e ficava com outra, pois não queria nada a mais.
Resolvemos ser só amigos, mesmo contra minha vontade. Depois daquele dia minha vida mudou. Claro que fiquei com umas e outras, mas sempre levando a sério. Eu aprendi que brincar com os sentimentos, principalmente dos outros, não é bom.
Raul o lutador-Vitor moreira dos santos
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor conplacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Mais no 8º assalto Raul lembrou-se do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reação com vários socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversário,e por um estante ganhou a confiança da plateia mas seu adversário acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quando todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocauteou seu adversário com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor conplacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.Mais no 8º assalto Raul lembrou-se do inicio de sua carreira quando todos duvidavam dele,então começou sua reação com vários socos e chutes.
No 9º assalto Raul continuava a bater em seu adversário,e por um estante ganhou a confiança da plateia mas seu adversário acertou um soco de direita e Raul foi para a lona e quando todos achavam que não dava mais para Raul,ele mesmo assim se levantou e continuou a luta.
No 10º assalto Raul nocauteou seu adversário com um chute em seu rosto e ganhou a luta.
Beleza não é tudo -Eugenia
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Era um dia comum, segunda-feira, cheguei no colégio e fui jogar vôlei, de repente percebi que tinha uma garota me olhando, só que eu nunca tinha a visto antes(era nova).Logo após a aula tentei me aproximar dela, mas nem me deu bola, então peguei minha motocicleta para tentar impressioná-la,empinando e fazendo corrida, infelizmente não deu certo.
No dia seguinte, após a aula, fiz a mesma coisa (só que sem equipamento de segurança) quando estava empinando, um cachorro atravessou minha frente e acabei caindo, me machuquei muito, principalmente o rosto, e minha motocicleta ficou em pedaços. Quando soube que iria ficar com uma cicatriz enorme no rosto, quis parar de estudar, pois era muito vaidoso, mas minha mãe não deixou é claro.
Alguns dias depois, fui falar com alguns "amigos", no colégio, mas eles saíram de perto (por causa de minha aparência), então tentei fazer novos, mas também não consegui, pois sempre os tratei mal. Quando pensei que ficaria sozinho, aquela garota se aproximou e disse:
-Desde quando cheguei aqui, percebi qual era o seu jeito.
Naquele momento percebi o que fazia, então falei:
- Porque você veio falar comigo?
-Achei que estivesse precisando de companhia. Ela respondeu:
-Obrigado, mesmo- agradeci-.
A partir dali, comecei a ser uma pessoa melhor e agora sou muito feliz e tenho muitos amigos.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Era um dia comum, segunda-feira, cheguei no colégio e fui jogar vôlei, de repente percebi que tinha uma garota me olhando, só que eu nunca tinha a visto antes(era nova).Logo após a aula tentei me aproximar dela, mas nem me deu bola, então peguei minha motocicleta para tentar impressioná-la,empinando e fazendo corrida, infelizmente não deu certo.
No dia seguinte, após a aula, fiz a mesma coisa (só que sem equipamento de segurança) quando estava empinando, um cachorro atravessou minha frente e acabei caindo, me machuquei muito, principalmente o rosto, e minha motocicleta ficou em pedaços. Quando soube que iria ficar com uma cicatriz enorme no rosto, quis parar de estudar, pois era muito vaidoso, mas minha mãe não deixou é claro.
Alguns dias depois, fui falar com alguns "amigos", no colégio, mas eles saíram de perto (por causa de minha aparência), então tentei fazer novos, mas também não consegui, pois sempre os tratei mal. Quando pensei que ficaria sozinho, aquela garota se aproximou e disse:
-Desde quando cheguei aqui, percebi qual era o seu jeito.
Naquele momento percebi o que fazia, então falei:
- Porque você veio falar comigo?
-Achei que estivesse precisando de companhia. Ela respondeu:
-Obrigado, mesmo- agradeci-.
A partir dali, comecei a ser uma pessoa melhor e agora sou muito feliz e tenho muitos amigos.
O campeão do Bellator- Willian Matheus Ramos
Nos setes primeiros asaltos, Raul foi durante castigado. Ñ era
de espantar: estava inteiramente forra de forma messes de adolescência e até de
atevasidão tinham produzido seus efeitos. O combativo boxeado de outra, o homem
que; para muitos; forra estrela do pugilismo mundial; estava reduzido a um
verdadeiro trapo. O publico ñ tinha a menor
complacência com ele: Raul começou a boxear feito um Anderson Silva e depois de 6 minutos ele acertou um gancho de direita em seu oponente Vitor, que ele ficou meio tonto e caiu logo apos Vitor se levantou e levou mais uma de esquerda e não se levantou mais,Vitor foi muito castigado por isso o juiz da luta resolveu terminar,e logo apos Raul levantou o cinturão dos pesos médios do Bellator.2 anos depois ele teve um contrato milhonario com o UFC e se aposentou-se com 42 anos .Em seu quartel 32 vitórias,2 empates e nenhuma derrota.
Paixão do Metrô - Emanuela Silva
Quarta-feira, hora
melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde
antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos
molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos
decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a
assustava.
E mais do que assustada ela ficava muito triste pois sempre era a mesma rotina toda quarta-feira.Até que ela conheceu um homem chamado John ele era moreno alto e bonito e se mostrou interessado nela,e depois disso ela ficou mais feliz e animada para pegar o metro e ir ao trabalho pois sabia que iria o encontra-lo novamente os dois sentavam sempre de frente um para o outro mais havia um único problema os dois eram muito tímidos e trocavam poucas palavras no percurso do metrô.
Mais depois de um tempo a timidez deles passou e foram se conhecendo melhor até que ele tomou iniciativa e chamou ela pra sair para um jantar romântico ela claro que aceitou, e o dia todo ficou pensando no jantar que estava marcado para a noite e nem conseguiu se concentrar no seu trabalho e o tempo parecia não passar.
Era seis e meia da noite e ela se preparava para o seu grande jantar colocou um vestido vermelho e foi ao salão fez as unhas e arrumou seu cabelo e ela estava maravilhosamente linda, até que ela ouviu o barulho de uma bisina e olhou pela janela era o John ela pegou o elevador estava tão anciosa e suas mãos suadas até que ela viu ele,ele saiu do carro e a cumpri mentou com um beijo no rosto e abriu a porta do carro para ela então chegaram no restaurante jantaram e conversaram bastante e dai em diante começaram a sair quase todo o final de semana até que ele pediu ela em namoro ela nem pensou e logo aceitou.Depois de um tempo eles se casaram e tiveram um casal de filhos e até hoje essa linda e romântica historia passa de geração em geração.
E mais do que assustada ela ficava muito triste pois sempre era a mesma rotina toda quarta-feira.Até que ela conheceu um homem chamado John ele era moreno alto e bonito e se mostrou interessado nela,e depois disso ela ficou mais feliz e animada para pegar o metro e ir ao trabalho pois sabia que iria o encontra-lo novamente os dois sentavam sempre de frente um para o outro mais havia um único problema os dois eram muito tímidos e trocavam poucas palavras no percurso do metrô.
Mais depois de um tempo a timidez deles passou e foram se conhecendo melhor até que ele tomou iniciativa e chamou ela pra sair para um jantar romântico ela claro que aceitou, e o dia todo ficou pensando no jantar que estava marcado para a noite e nem conseguiu se concentrar no seu trabalho e o tempo parecia não passar.
Era seis e meia da noite e ela se preparava para o seu grande jantar colocou um vestido vermelho e foi ao salão fez as unhas e arrumou seu cabelo e ela estava maravilhosamente linda, até que ela ouviu o barulho de uma bisina e olhou pela janela era o John ela pegou o elevador estava tão anciosa e suas mãos suadas até que ela viu ele,ele saiu do carro e a cumpri mentou com um beijo no rosto e abriu a porta do carro para ela então chegaram no restaurante jantaram e conversaram bastante e dai em diante começaram a sair quase todo o final de semana até que ele pediu ela em namoro ela nem pensou e logo aceitou.Depois de um tempo eles se casaram e tiveram um casal de filhos e até hoje essa linda e romântica historia passa de geração em geração.
8 de outubro de 2012
Boxe - Wellington R.bruno
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assaltou raul baixou cabeça reagiu ficou todo machucou com arranhoes quebrou dedinho tanta para se ele deu nos adversarios. bateu tanto nele que quebrou a maõ. ficou campeao pesos pesados do bellatos, 2meses logo seu amigos perceberam que ele podia se tranformas em uma estrelas do boxe. dentro do ringue ele transformou numa estrela.
A Luta do Século - Reveli Luiz Amancio
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele:
sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assalto numa quarta-feira chuvosa,Raul comçou a reagir lembrou-se da sua infância que era discriminado pelos colegas porque era pobre,que não ia dar nada na vida e no futuro com isso,se esforçou nos dois minutos e trinta segundos do oitavo assalto, deu um gancho de direita nocauteou o adversario e venceu a luta.
Vencendo a luta ele tirou sua família da mizéria,ganhou respeito pelos demais lutadores.
Dentro de dois anos ele caiu nas drogas e morreu de overdose.
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assalto numa quarta-feira chuvosa,Raul comçou a reagir lembrou-se da sua infância que era discriminado pelos colegas porque era pobre,que não ia dar nada na vida e no futuro com isso,se esforçou nos dois minutos e trinta segundos do oitavo assalto, deu um gancho de direita nocauteou o adversario e venceu a luta.
Vencendo a luta ele tirou sua família da mizéria,ganhou respeito pelos demais lutadores.
Dentro de dois anos ele caiu nas drogas e morreu de overdose.
O Menino Adolescente - Vanderli Gretschmann
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
AS 5horas da tarde eu levei cada menina em sua casa.6 hrs passei na casa de alguns amigos para andarmos pelo bairro desfilando com nossas motocicletas.
As 7hrs da noite andavamos no centro de motocicletas com algumas garotas na garupa.
As 8hrs fomos a sorveteria mas meus amigos e as meninas tomaram alguns sorvetes e fomos para uma festa que tinha no centro.
As 10:00hrs acabou a festa e fomos a uma lanchonete tomar um suco e comer uma pizza mais amigos e as meninas.
As 11:00hrs levei em casa de motocicleta depois que deixei as meninas em casa fui para a minha casa para dormir para o dia seguinte trabalhar.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.AS 5horas da tarde eu levei cada menina em sua casa.6 hrs passei na casa de alguns amigos para andarmos pelo bairro desfilando com nossas motocicletas.
As 7hrs da noite andavamos no centro de motocicletas com algumas garotas na garupa.
As 8hrs fomos a sorveteria mas meus amigos e as meninas tomaram alguns sorvetes e fomos para uma festa que tinha no centro.
As 10:00hrs acabou a festa e fomos a uma lanchonete tomar um suco e comer uma pizza mais amigos e as meninas.
As 11:00hrs levei em casa de motocicleta depois que deixei as meninas em casa fui para a minha casa para dormir para o dia seguinte trabalhar.
A Luta - Jefferson Filastro
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assalto ele nocauteou o seu adversario, e veio outro concorrente e o espancou no ringue, depois ele voltou deu socos e ponta pés no adversario e venceu, e soube que o adversario era o melhor da cidade.
Campeão do WWE Vinícius
Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assalto Raul ja estava meio sonolento,mas não abaixou a cabeça e foi para cima do adversário, parecia o Jon Jones,bateu tanto nele que até quebrou a mão...
Ficou campeão dos pesos pesados da WWE.Depois de um ano se aposentou mais ficou com bastante grana da sua aposentadoria...
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
No oitavo assalto Raul ja estava meio sonolento,mas não abaixou a cabeça e foi para cima do adversário, parecia o Jon Jones,bateu tanto nele que até quebrou a mão...
Ficou campeão dos pesos pesados da WWE.Depois de um ano se aposentou mais ficou com bastante grana da sua aposentadoria...
O Adolescente - Bianca Cristina da Costa
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Num certo dia a noitinha ali pelas 18:45 hrs fui leva Mariana uma garota que se apaixonou por mim,prometi que iria levar ela pra casa na Terça-feira.Quando voltava pra casa me deparei com uma menina linda chamada Wanessa chamei ela pra conversar e disse assim:
-Oi!Prazer meu nome Matheus.Tudo Bem com você?
-Tudo sim e com você?Meu nome é Wanessa.Respondeu ela.
Convidei Wanessa pra sair no sabado as 21:00 hrs e ela aceitou,foi assim por muito tempo,quando criei coragem pra pedir ela em namoro e ela aceitou.
Fiquei muito tempo com a Wanessa mais ela teve que se mudar de cidade,mais eu nunca irei esquece-la.
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Num certo dia a noitinha ali pelas 18:45 hrs fui leva Mariana uma garota que se apaixonou por mim,prometi que iria levar ela pra casa na Terça-feira.Quando voltava pra casa me deparei com uma menina linda chamada Wanessa chamei ela pra conversar e disse assim:
-Oi!Prazer meu nome Matheus.Tudo Bem com você?
-Tudo sim e com você?Meu nome é Wanessa.Respondeu ela.
Convidei Wanessa pra sair no sabado as 21:00 hrs e ela aceitou,foi assim por muito tempo,quando criei coragem pra pedir ela em namoro e ela aceitou.
Fiquei muito tempo com a Wanessa mais ela teve que se mudar de cidade,mais eu nunca irei esquece-la.
Deus Grego - Adrieli
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
Era todo santo dia, exatamente 17:00 horas. As caronas duravam de 10 a 15 minutos, dependia de onde ficava a casa da menina. Vou confessar uma coisa, eu sempre tirava 5 minutinhos para ficar com elas e enche-las de carinho.
Minha rotina era básica levava a menina atrás da floricultura de moto e lá ficava com ela, depois comprava uma rosa e dizia que ela era mais bonita do que a flor. Alguma vinha e me dava um abraço e vários outros beijos mas outras começavam a chorar de tanta emoção.
Logo após levava ela para casa, dava um rolé pela cidade, ia no clube e às vezes passava pela praia para dar um mergulho. Voltava para casa depois de mais um dia maravilhoso da minha vida, dava um beijo na minha mãe e ia para o computador paquerar mais algumas garotas.
O BOXEADOR - JOSÉ PAULO
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:Estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Nos ultimos tres assaltos,Raul com seu rosto já sangrando,ouviu as vaias e os palavroes e disse: "eu não mereço isso".Pois então começou a castigar o seu adversario que caiu, que rápidamente levantou-se. Agora o inverço da situação, seu adversario vai ao chão só que agora não levanta mais levando o a derrota.
Fora do ringue, Raul foi comemora com seus amigos em um bar.La,encherão a cara e saíram de carro.Logo depois Raul bate o carro,todos seus amigos que estavam no carro morreram menos ele,assim se sente culpado até hoje.Caindo nas drogas e acabando com sua carreira.
12 de setembro de 2011
Internet - Caroline Aparecida da Silva Bueno
Na minha opinião esse blog pode fazer com que muitas pessoas pensem um pouco em ter internet,mesmo sabendo que essas pessoas leram ecomentaram assim como eu e sabemos que depois do texto lido e os videos vistos não vão dar muito a mínima.O meu caso não é assim porque não é que eu não goste de internet,não sou viciada como ''quase'' todos os jovens que tem o uso da mesma minha mãe me diz quase sempre igualzinho o homem da reportagem que fez um livro dizendo que a internet deve ser usada somente para os jovens e adolescentes quando tiverem mais de 16anos,tanto que não tanho computador em casa e não é por issso que eu morri.
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