Não é para me gabar, mas eu
sempre tive motivos de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu
colégio. Sou alto, loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me
tornava um cara paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra.
Fidelidade eu só mostrava pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos
protestos da minha mãe). Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente
se formava uma rodinha de meninas à espera de carona, no final das aulas. E para minha felicidade, umas dela pedia para dar uma volta com ela, mas com eu sou um "ídolo" eu dizia para ela que eu ia sair com outra garota e ela ficava com aquela cara deslavada para minha
terminar
terminar
Nenhum comentário:
Postar um comentário