Projeto Amor
Queridos Alunos!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
Este espaço foi criado para você emitir suas opiniões.
Bom trabalho!
Apropriar-se da linguagem significa uma forma de inclusão social, pois aqules que não sabem expressar-se estão sujeitos à opressão de quem fala por eles. E nem sempre podemos garantir que os outros defendam as ideias que temos. Mas para defender nossas ideias, temos que estar por dentro dos fatos, temos que aprender a ler o mundo nas mais diversas linguagens. Falar ou escrever sem fundamentar bem as ideias pode ser pior que o silêncio. Ler e escrever só se aprendem de um jeito: lendo e escrevendo.
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Bom trabalho!
8 de outubro de 2012
O BOXEADOR - JOSÉ PAULO
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:Estava inteiramente fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
Nos ultimos tres assaltos,Raul com seu rosto já sangrando,ouviu as vaias e os palavroes e disse: "eu não mereço isso".Pois então começou a castigar o seu adversario que caiu, que rápidamente levantou-se. Agora o inverço da situação, seu adversario vai ao chão só que agora não levanta mais levando o a derrota.
Fora do ringue, Raul foi comemora com seus amigos em um bar.La,encherão a cara e saíram de carro.Logo depois Raul bate o carro,todos seus amigos que estavam no carro morreram menos ele,assim se sente culpado até hoje.Caindo nas drogas e acabando com sua carreira.
7 de outubro de 2012
Rap da Cigarra e a Formiga
Reescrita da Fábula A Cigarra e a Formiga pelos alunos do 8ºano matutino de 2011 para a Semana Literária.
28 de setembro de 2012
Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.Mas até que no dia 23 de junho de 2001.Numa quarta feira à noite, eu e meus amigos fomos à uma festa com umas amigas, mas na volta aconteceu um trágico acidente, o nosso carro capotou na curva, estava chovendo forte e tinha muita neblina era por volta das quatro horas da manhã,estávamos bêbados pois eu fui o único sobrevivente.Esse acidente mudou muito a minha vida, não pude jogar vôlei e nem basquete, porque eu estáva sem cinto de segurança,e fui arremessado para fora do carro e quebrei minha coluna.Não podia mas trabalhar e tive que vender a minha motocicleta para pagar a faculdade. Minha vida nunca mais foi amesma.As garrotas não davam mais atenção para mim, meus amigos se afastaram
Dia chuvoso
Dia Chuvoso
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando
chove. Choveu úmido e frio na tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava
na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um
progresso no meio dos tempos decadentes.
Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em
torno a assustava. Elena seguiu para seu trabalho, chegou lá ás 6: 45.
Cumprimentou seus colegas e sacudiu os pés, tirando a água
de seus sapatos.
Tomou um gole de café e foi para sua sala. Lá, viu um
bilhete em cima da mesa... era de seu chefe, pedindo desculpas por uma
discussão no dia anterior.
Sua
noite no trabalho se arrastou, enquanto Elena observava a tarde chuvosa pela
janela.
Depois de algumas horas, finalmente o seu turno acabou ás
1:30 da manhã e ás 2 horas, ela pega o metrô de volta para sua casa.
Alana Maisa da Cunha
Um dia de chuva assustador - Camila Fontana Martins
Texto 1. (Arthur da Távola. Em
flagrante.Rio de Janeiro.Bluhm,2000.p.61.)
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência em torno a assustava.
Naquele momento, ela nunca havia passado antes por ali, sentiu muito medo, muito frio, porque querendo ou não ela tinha que passar por aquele lugar. Era tudo meio escuro, úmido, vaziu, era assustador, mas, não poderia evitar passar por ali.
Nunca se sentiu assim! Com tanto medo! Mas ela sabia que tinha uma pessoa que estava cuidando dela, lhe protegendo e lhe guiando, e essa pessoa era Deus.
Enfim, mesmo que estivesse com a impressão de que tinha gente lhe seguindo ela sabia que Deus estava com ela. E ela passou, com a certeza de que havia alguém cuidando dela no Céu.
27 de setembro de 2012
Escolha seu texto e continue a história com emoção e criatividade!
Texto 1. (Arthur da Távola. Em
flagrante.Rio de Janeiro.Bluhm,2000.p.61.)
Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia,
quando chove. Choveu úmido e frio naquela tarde antes sufocante de novembro.
Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe
parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de
estar em outro país. A decadência em torno a assustava. Texto 2. (Moacyr Scliar)
Nos sete primeiros
assaltos, Raul foi duramente castigado.Não era de espantar:estava inteiramente
fora de forma.Meses de indolência e até de devassidão tinham produzidos sérios
efeitos.O combativo boxeador de outrora,o homem que, para muitos, fora estrela
do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo.O público não tinha
a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.Texto 3.(Jesse Navarro)
Não é para me gabar, mas eu sempre tive motivos
de sobra para me considerar um ídolo das meninas do meu colégio. Sou alto,
loiro, forte e supercobra no vôlei e no basquete. Isso me tornava um cara
paqueradíssimo, que podia namorar ora uma, ora outra. Fidelidade eu só mostrava
pela motocicleta que ganhara do meu pai (apesar dos protestos da minha mãe).
Era uma CB400 transadíssima, e em volta dela normalmente se formava uma rodinha
de meninas à espera de carona, no final das aulas.
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